

Filarmônica Minerva Cachoeirana
No mês de dezembro de 1870, a Corporação Musical Nossa Senhora D’Ajuda se transformara em Orphesina Cachoeirana, depois se torna Sociedade Philarmônica Comércio, posteriormente, em 10 de fevereiro de 1878, Lítero Musical Minerva Cachoeirana, fundada pelo maestro Eduardo Mendes Franco; compositor de marchas, polcas, sinfonias, musicas sacras e peças para bandas musicais; e sócios fundadores: Francisco M. M. Costa, Severiano Monteiro, Pedro N. Costa, Bráulio de Marques, Victoriano da Silva, Salvador J. Santana, João F. Carvalho, Januário J., José Caxarena, José J. Lopes, Adelino Effrem, Tibécio Moreira e Joaquim Souza.[1]
[1]CARTÓRIO DE REGISTRO DE CACHOEIRA. Livro B –3, nº ordem 581.Estatuto da Sociedade Litero Musical Minerva Cachoeirana. fls 214.
História
Oriunda da Orquestra da d'Ajuda, regida pelo maestro Eduardo Mendes Franco, fundada com nome de "Sociedade Philarmônica Commércio", tinha como membros comerciantes, advogados, sapateiros, etc.
Jornal A Cachoeira, ano 1900

Músicos da Minerva em traje de gala, ano 1909

A Philarmônica Comércio muda seu nome para Sociedade Lítero Musical Minerva Cachoeirana e seu nome é uma referencia á Deusa da sabedoria e das artes na mitologia Roma.
Deusa Minerva

A filarmônica era parte importante da vida social cachoeirana e também discutia pautas para além da música esse foi um dos motivos que marcou a rivalidade com a filarmônica Sociedade Orpheica Lyra Ceciliana liderada pelo abolicionista Tranquilino Bastos.
Jornal A Ordem, ano 1902


A Minerva era convidada para tocar nos mais diversos acontecimentos: funerais, batizado, festas cívicas, festas religiosas, aniversários, bailes carnavalescos, bailes públicos; se exibindo em coretos, palanques, palcos e procissões; sempre “abrilhantado” os acontecimentos.
Jornal A Ordem, ano 1902

Em seu acervo foram encontradas partitura de samba que datam do início do século XX, sendo elas : "Baile Imperial ", "Bahiana Boa", " Avergonha da família" "Samba Xamego" e " Festa para o ru Negro" , no interior da filarmônicas cachoeiranas os músicos fizeram musica com referencia a matriz africana, desmontado a estrutura da musica branca europeia e fazendo a música afro-brasileira.
As mulheres participavam ativamente da filarmônica não só da organização dos eventos, mas também como musicistas.
A exemplo o "Hynário 499" realizado em 1929, teve como compositora a " Senhorinha Stella Fróes".


Em pleno funcionamento desde sua fundação, a organização sem fins lucrativos oferece ensino gratuito de música aos que assim desejar ingressar, recebendo crianças a partir dos 7 anos de idade na Escola de Música Alcides Santos .
Presidente: Manoel Martins Gomes Filho
Regente: Clarício Marques
Rede Social:
Facebook:
https://www.facebook.com/minerva.cachoeirana/

História
Oriunda da Orquestra da d'Ajuda, regida pelo maestro Eduardo Mendes Franco, fundada com nome de "Sociedade Philarmônica Commércio", tinha como membros comerciantes, advogados, sapateiros, etc.
Jornal A Cachoeira, ano 1900

Músicos da Minerva em traje de gala, ano 1909

A Philarmônica Comércio muda seu nome para Sociedade Lítero Musical Minerva Cachoeirana e seu nome é uma referencia á Deusa da sabedoria e das artes na mitologia grega.
Deusa Minerva

A filarmônica era parte importante da vida social cachoeirana e também discutia pautas para além da música esse foi um dos motivos que marcou a rivalidade com a filarmônica Sociedade Orpheica Lyra Ceciliana liderada pelo abolicionista Tranquilino Bastos.
Jornal A Ordem, ano 1902


A Minerva era convidada para tocar nos mais diversos acontecimentos: funerais, batizado, festas cívicas, festas religiosas, aniversários, bailes carnavalescos, bailes públicos; se exibindo em coretos, palanques, palcos e procissões; sempre “abrilhantado” os acontecimentos.

Em pleno funcionamento desde sua fundação, a organização sem fins lucrativos oferece ensino gratuito de música aos que assim desejar ingressar

